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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Under The Mistletoe... A História - dois

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--Acorda, seu molenga! - Paul o sacolejava com força. - Olha o sábado!
--Qual foooi!?! Já acordei, OK.
--Phillip e eu estamos te esperando lá no quarto.
--Você e Phillip? Huuum!
--Palhaço! Estamos te esperando, seu cabeça de ovo! – Justin assentiu e Paul saiu do seu quarto. Sábado e eles se encontravam antes de sair e só voltar segunda de manhã.
           Sarah ainda estava indecisa, mas quem pode culpá-la? Por mais difícil que seja, por mais problemas que enfrente, o amor pode sim surgir na sua vida e estragá-la completamente você querendo ou não. Justin encontrou-se com os garotos enquanto ela estava se despedindo das amigas. Eles se torturavam tanto... O fim de semana passou rápido para ambos e toda noite ela se lembrara da vez que estavam tão juntos que não queriam ir cada um para o seu quarto então ele tinha lhe dito:
       “Não se preocupe. Sabe esta lua? Essa que está tão linda na noite escura... Enquanto embala no sono, lembre-se que também estarei a vendo, e se estiver pensando em mim, estarei pensando em você.”
Só assim ela tinha pegado no sono as duas noites que passara fora do imenso colégio. Tentava pensar na possibilidade de gostar, nem que fosse um pouco de Cam, ele era uma pessoa legal. No fundo. Talvez um pouco fundo. Não, muuito fundo. Muito mesmo, então ela desistia e se sentia humilhada sempre que ele a exibia a todos, com palavras como “Venci” ou então “Ela é minha”. Ela sabia que não era dele. E nunca seria.

--Meu fim de semana resumiu-se em perfeição! – Margaret iniciou. – Ganhei um vestido que se não fosse tão perfeito usaria na nossa formatura. Mas eu quero um muito perfeito pra nossa formatura. E vocês?
--Por que você me faz perguntas difíceis? – Sarah falou, monótona. – Aposto como o fim de semana de Gabrielle foi muito interessante.
--Não aposte o que não sabe. – Gabrielle parecia triste.
--Aconteceu alguma coisa... Que queira partilhar? – Sarah tentou ajudá-la.
--Veja como são as coisas... Eu estava muito irritada na sexta e com um fim de semana eu estou aqui, dando risadas com tudo. Enquanto você, Gabrielle... Estava tão radiante e agora... – Ela fez uma cara de nojo.
--Margaret... Por que... – Sarah cortou a frase ao meio
--Você é impossível! Você não sabe da minha vida então FIQUE DE BOCA FECHADA! – Gabrielle estava mesmo, muito irritada. – Sarah, falo com você no almoço. Tudo bem?
--No meu quarto. – Sarah completou e Gabrielle fez cara feia para Margaret e saiu. – Por que você é assim tão...
--Irritante? - Margaret a interrompeu - Não sei. Achei que fosse minha amiga e queria saber que estou feliz.
--É, isso é bom e sei que ela ficou feliz por você, mas isso já é de mais! Acho que ela também é um ser humano e também tem o direito de ficar triste e...
--E seu fim de semana te deixou muito filosófica! Fala sério! Desde que você não está mais com o Justin você anda pensando de mais e filosofando de mais! Dá um tempo também... Passa a vida se lamuriando... – Ok, isso foi mesmo o fim.
--Quem não aguenta mais sou eu! Caraca, o que você tem hoje? Você tá feliz? Parabéns! Mas deixa quem sofre em paz! Gabrielle tem razão! Você não sabe da vida dela, nem da minha... VOCÊ NÃO SABE DE NADA! – Sarah falou em um tom um pouco mais alto que o normal e saiu, arrasada e furiosa. As 2 horas da aula de história pareceram tomar conta do dia e as 3 horas de português e literatura duraram uma eternidade que achava ser imortal. Horário de almoço e um pouco de descanço. Hora que Sarah ia conversar com Gabrielle. Batidas na porta. Ela sabia quem era. – Entra. – Ordenou e Gabbe entrou no quarto.
--Não vi você andando com Margaret... brigou com ela também?
--Sim. E eu não vi você falar com Phillip. – Gabbe abaixou a cabeça. – Tem a ver com ele... Não tem?
--É...
--conta...
--Ele é um idiota! Acredita que me ligou, me pediu em namoro por telefone... Até então eu estava feliz com isso, mas marcamos de nos encontrar e ele me decepcionou...
--Ele não foi?
--Pior! Além de não ir ligou pra dizer que errou na atitude precipitada e... – Gabbe desabou em lágrimas.
--Não precisa continuar...
--E Margaret ainda é tão dura comigo, tão cruel!
--Não podemos controlá-la...
          

                            Enquanto isso, com os meninos a conversa era animada no intervalo...

[continuaaa]

Desculpem pelo capitulo pequeno... fiquei meio desconcentrada assistindo Marley & Eu...  cara... muuito emocionante... Mas enfim... Obrigada pelos coments..

sábado, 17 de dezembro de 2011

Under The Mistletoe... A História - um

Em um passado não tão distante...


                                                                       - Justin - 


--Drew? Drew! Cara acorda!
--Hãn? Oi, Oi!
--Iih' A situação tá feia mesmo! Olha isso, Paul!
--Phillip, deixa ele! Tá apaixonadinho... - riram de mim sem parar.
--Se pararem, agradeço! - Falei um pouco irritado.
--Calma aêe! - Phillip se esquivou do quase soco que levou - Mas fala sério, você não tira os olhos dela!
--Quer saber... Vou deixar Justin aí, com essa paixãozinha e vou curtir a minha. - Paul se afastou e foi falar com Margaret, sua namorada.
--Não acredito que vou ter que ficar aqui com você. Te ver babando a filha do Dr. Malawer. Isso é enjoativo. - Ele fez cara de nojo.
--E você pensa que não é enjoativo te ver babando Gabrielle. Avá! - Revidei.
--Não vou discutir isso com você. 
--É melhor mesmo. - Concordei
--Não vou ser igual a você... Vou tomar uma atitude! Aprenda comigo. - Ele disse, levantando.
--Vai lá, professor! - Ele saiu e foi falar com Gabrielle. Não prestei atenção no que ele fez, no que falou. Eu não conseguia mesmo parar de olhar para ela. A garota - para mim, perfeita - baixinha de cabelos curtos e enrolados até o ombro, me encantava. Ela já tinha se tornado o centro das minhas atenções no Colégio. A filha do Doutor, o mais respeitado da cidade. Tê-la em meus braços se tornou um sonho impossível desde o dia que seu pai a comprometeu com um mauricinho engomado. Cameron Grigori. Ahh' eu o odiava. Vivia se exibindo com minha princesa como se ela fosse um troféu. Como se estivéssemos disputando o amor dela. Não estávamos. Eu estou convicto do que sinto, e sei que ela sente o mesmo. Nunca acreditaria que o nosso momento - o nosso primeiro momento - juntos na beira do lago, nos fundos da Sword & Cross, não significassem nada. Lembro-me como se estivesse sendo vivido agora, novamente. O modo como seu rosto corou quando nossos narizes se tocaram é uma cena que continua viva em minha mente até agora. Nos olhamos a todo o momento, e ela fica sem jeito. Sempre. Revira-me o estômago pensar que ela o beija na frente de outros contra a própria vontade. Não a culpo de não poder defender-se do pai, ele tem poder e autoridade sobre ela, e sobre a mãe, que vive enfurnada num casarão, no centro da cidade. E a cena se repete a todo instante, nos olhamos, ela cora, abaixa a cabeça e sorri.


                                                                - Sarah -


Por que ele faz isso? Por que me olha sempre, desta mesma forma? Essa situação está se  tornando cada vez mais complicada para mim. Ter que ficar o tempo todo com Cameron já está me embrulhando o estômago! Além disso, Justin não facilita. Me olha o tempo todo me fazendo lembrar do nosso primeiro momento, nos fundos da Sword & Cross. Preciso aceitar os fatos por não ter como revidar, mas não quero ser como minha mãe... Comprometida desde jovem a casar-se com meu pai, sem ao menos o amar. Meu pai acredita que o amor é construído com o tempo. "O tempo é um artista. Constrói o amor, algo difícil de fabricar." Com essas palavras, finalizou o jantar de compromisso entre mim e Cameron. Finalizado o horário de almoço, é o único momento que posso relaxar, ficar um pouco sozinha no meu quarto e pensar. Estudar aqui é o mesmo que seus pais quisessem se livrar de você. Passamos a semana inteira aqui e temos o final de semana livres para voltar para casa. Segunda-feira e temos que ser pontuais e estar aqui de volta às 06:30am. 
--Oi, princesa! - Tomei um susto.
--Oi.
--O que foi? 
--Nada. - Olhei novamente para Justin, que me olhava nos olhos como sempre.
--O que ele tem que eu não tenho?! Não vou brigar por isso, seu pai me deu você, você agora vai casar comigo um dia.
--Cam, me deixa em paz! Cansei de você! - Comecei a andar mais depressa e cheguei rápido ao dormitório feminino. Dirigi-me até meu quarto. Ele tem tudo que Cam não tem! Tem a simplicidade de não ter tanto dinheiro como a maioria, é generoso, amigo... Perfeito. Pelo menos, perfeito para mim. Peguei um livro e deitei-me. Não consegui me concentrar no livro. As palavras de Cam agora martelavam em minha mente, me fazendo chorar. 
            "Seu pai me deu você, você agora vai casar comigo um dia."
Não acredito que ele falou isso desta forma, tão fria! Sinto-me uma idiota, uma completa idiota por isso ser verdade. O que me faz sentir-me pior é o fato que terei que suportá-lo o resto de minha vida, e já me vejo como minha mãe. Separada de um grande amor, pelos caprichos do pai e hoje vive enfurnada num casarão cuidando das criadas. Eu sei que minha mãe nunca amou, nem amará meu pai. A cidade inteira já sabe da história. A jovem moça que pela calada da noite, saía pela janela baixa do quarto e ia até uma floresta densa de carvalhos cobertos por musgo verde e encontrava-se com o jovem rapaz de família pobre, o qual era apaixonado por ela e ela por ele. Até que um dia, seus encontros foram descobertos pelo senhorzinho James Malawer e como agradecimento do pai da moça, o senhorzinho recebeu a mãe dela em casamento. E assim me vejo vivendo a mesma história. 
--Entra. - Mesmo sem saber quem é, pedi pra entrar.
--Vai perder as três ultimas aulas, senhorita? - Margaret falou enquanto entrava.
--Eu.. Eu estava quase dormindo.
--Sei. Você agora "quase dorme" de olhos abertos olhando pro nada. O sono Drew deixa você bastante pensativa, hein...
--Boba! - Joguei o travesseiro na sua cabeça. - O livro, me deu sono.
--Ahh' claro! Sei, sei... Vamos logo. Se não, a Srtª Callie nos deixará organizando os arquivos da escola amanhã e tipo, amanhã é sábado!
--Posso pegar pelo menos meu caderno?
--Se você for rápida...


[...]


--Ele veio falar comigo! Ele veio falar comigo! AAAAAAAAA! - Gabrielle chegou até nós, gritando.
--Garota, você quer matar quem? Meu ouvido existe, tá?! - Margaret falou, irritada.
--Quem foi falar com você? - Mesmo sabendo quem é, perguntei.
--Phillip, com certeza! Acertei? - Margaret arriscou.
--Sim! Esperei o ano todo por isso! Ai gente, que caras são essas?
--Briguei com Paul. - Gabrielle e eu a olhamos confusas. - Não me perguntem o motivo. E você, Sarah?
--Briguei com Cam. 
--Não fico surpresa com isso. - Indagou Margaret. - Até quando isso vai continuar? Fala sério, vocês brigam sempre! E você nem gosta dele!
--Me diz, o que você faria no meu lugar?.
--O que Margaret faria eu não sei, mas eu fugiria. - Gabrielle disse, interrompendo Margaret que estava pronta para falar.
--O ano todo passou e vocês continuam  separados... Já está no fim do ano, daqui a pouco é natal e quando o próximo ano chegar, você vai noivar. Lembre-se disso.
--Eu vou pro meu quarto agora. Amanhã nos falamos? - Disse enquanto abria a porta do meu quarto.
--Claro. - Nos despedimos e eu entrei no quarto. Tinham razão... Já passou o ano e continuo na mesma...


Continuaaa

segunda-feira, 6 de junho de 2011

O começo de tudo.- apresentação.

Esse é um IB (imagine belieber) onde acontece coisas que só na cabeça das beliebers mesmo! Em alguns momentos, a narradora é tipo uma voz do além, e de vez em quando a narração é pessoal, ou seja, vc's que lem é que narram. enfim... IMAGINEM

COMEÇANDO UM IB.

Criei um blog, por muitas coisas. Uma delas, é a vontade de escrever um IB. mesmo que ninguém leia, não vou me importar, me sinto bem escrevendo, mas , que vai fazer uma falta vai, de uns comentárioszinhos. lê, vaii, se for belieber.

SAUDAÇÕES.

Meu nome é Jeniffer, sou Brasileira. Gosto muito do Justin Bieber - Pra quem não conhece (rsrsrsrsrsr) é um gatinho gostosinho que tá conquistando o mundo.- e vou repartir experiencias de Belieber aqui.